A corrente

  1. Estrutura primeiro. Constituir a BV (a variante holandesa da sociedade limitada), fixar o salário e pôr a folha para rodar. Vindo do Brasil, antes disso vale o caminho desde o Brasil.
  2. Endereço. Um contrato de aluguel com permissão de registro. As imobiliárias leem holerites, e a sua própria sociedade os emite.
  3. Registro no município dentro de cinco dias após a chegada, com contrato, documento de identidade e certidão de nascimento.
  4. BSN (o número de serviço ao cidadão holandês), que nasce do registro e depois é pedido em toda parte.
  5. Conta bancária — detalhes em contas em Amesterdão.
  6. Seguro de saúde dentro de quatro meses, com efeito retroativo à data do registro.

O regime para recém-chegados

Vindo de mais de 150 quilômetros da fronteira holandesa, parte do seu salário fica livre de imposto: 30% em 2026, 27% para casos novos a partir de 2027, por até sessenta meses. O pedido é feito pelo empregador, e esse empregador pode ser a sua própria sociedade. O prazo é de quatro meses desde o início da relação de trabalho, então vale colocar isso cedo na lista.

Quanto custa o mês

Aluguel, seguro de saúde, transporte e comida: os números estão em custo de vida. Conte com um depósito e com o fato de que apartamentos costumam ser fechados no mesmo dia da visita.

A comparação antes

Antes de comprar passagem vale olhar a alternativa com calma. Para quem fala português a comparação mais comum é Amesterdão ou Lisboa. A estrutura que sustenta o resto está em comece aqui.