A partir de 10.000 euros: ordem
O primeiro degrau é o menos vistoso e o que mais salva depois: uma conta de reserva com 35 a 40 por cento de cada entrada, uma conta empresarial e contabilidade mensal. Como se monta está em contas em Amesterdão.
A partir de 50.000 euros: reserva de fôlego
Seis meses de custos de vida completos, separados da reserva fiscal. Só depois começa o investimento, porque essa reserva substitui justamente os créditos que sairiam caros num trimestre fraco.
A partir de 100.000 euros: estrutura
Aqui a conta pende para uma BV (a variante holandesa da sociedade limitada) com uma holding acima. O lucro segue trabalhando a 19% até 200.000 euros, em vez de ser tributado inteiro de imediato. Um salário habitual mais baixo acordado por vários anos com a administração tributária, combinado com um empréstimo de até €500.000 da sua própria BV, economiza na fase de crescimento cerca de €18.000 a €20.000 por ano.
A partir de 250.000 euros: investir pela sociedade
O patrimônio que fica na holding cresce com imposto sobre os ganhos realizados, enquanto o patrimônio pessoal cai na caixa 3 (o imposto sobre poupança e investimentos privados), com 36% sobre um rendimento calculado por estimativa e isenção de 59.357 euros por pessoa. Qual caminho vale depende do seu horizonte.
A partir de 500.000 euros: dividir
Nessa altura o patrimônio pede várias pernas: investimento diversificado, um imóvel com propósito claro, previdência pela holding. E o empréstimo da sua própria sociedade permanece abaixo do limite de 500.000 euros, para deixar de fora a caixa 2 (o imposto sobre rendimentos de participações na sua própria sociedade).
A partir de um milhão: a família
Entram então as doações aos filhos, o papel da holding como patrimônio familiar e uma transmissão ordenada. O ponto de partida da estrutura inteira está em comece aqui, e as alavancas fiscais em pagar menos imposto.